O casamento pedófilo legalizado por países islâmicos é uma homenagem ao Profeta que já passara dos 50 anos quando transformou em esposa uma menina com menos de 10
O casamento
pedófilo legalizado por países islâmicos é uma homenagem ao Profeta que já
passara dos 50 anos quando transformou em esposa uma menina com menos de 10
ATUALIZADO
ÀS 23h37
“O
Profeta Maomé é o modelo que seguimos”, informa no vídeo o saudita Ahmad Al
Mu’bi. “Ele tomou Aisha como sua esposa quando tinha 6 anos, mas só fez sexo
quando ela tinha 9″. O maridão já passara dos 50, dispensou-se de lembrar o
oficiante de casamento.
Também
lhe pareceu irrelevante ressalvar que, enquanto esperava que Aisha chegasse ao
ponto, Maomé não teve de estrangular a libido. O harém que abrigava o time de
reservas de Aisha estava ali para que jamais faltasse companhia noturna.
“Qual
é a idade apropriada para a primeira relação sexual?”, interroga-se Ahmad Al
Mu’bi no meio do falatório. “Isso varia de acordo com o ambiente e as
tradições”, desconversa, caprichando na pose de doutor em aberrações nupciais.
Eis aí uma bom tema para devotas de Lula.
De
longe, marilenas chaís e marias-do-rosário contemplam com olho rútilo e lábio
trêmulo os turbantes engajados na guerra contra os infiéis em geral e o Grande
Satã americano em geral. Se tivessem nascido por lá, saberiam como é a vida de
quem é vítima de estupro na infância, mãe na adolescência e avó quando mal
conferiu no espelho como é a aparência de uma balzaquiana recentíssima.
O modelo
saudita, adotado em grande parte do mundo islâmico, permite que qualquer adulto
de qualquer faixa etária transforme em esposa, e inicie sexualmente. meninas em
idade de brincar com bonecas. Em lugares menos primitivos, esse tipo de
assassinato da inocência dá cadeia. Até no Brasil.
Naquelas
paragens, o casamento pedófilo é uma homenagem ao Profeta que amava
criancinhas.
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