MANIFESTANTES ACORRENTAM-SE NO MINISTÉRIO DA FAZENDA CONTRA PACOTAÇO DE DILMA

MANIFESTANTES ACORRENTAM-SE NO MINISTÉRIO DA FAZENDA CONTRA PACOTAÇO DE DILMA

Postado por Polibio Braga on 3/09/2015 04:13:00 PM
Assista video comentário: http://youtu.be/tyXYPmQi7Us


Segundo o ministro Aloísio Mercadante, só a elite branca e rica protesta contra Dilma, mas a foto ao lado não mostra bem este tipo de manifestante -


Eles se acorrentaram no interior do prédio e pediam mais recursos para a educação de negros e pobres. Uma audiência com o grupo foi marcada para o dia 17 deste mês. A reportagem é do site Terra. Leia tudo:

Os cerca de 20 manifestantes da Fundação Educafro que estavam acorrentados e ocupavam a entrada de serviço do Ministério da Fazenda na manhã desta segunda-feira (9), decidiram deixar o local por volta das 14h após duas horas de protesto. Eles reivindicavam mais recursos para a educação de negros e pobres.

Segundo o frade franciscano David Santos, porta-voz do movimento, a decisão de desocupar o prédio foi tomada após a Secretaria Executiva do ministério marcar uma audiência com o grupo para o dia 17 de março.

“Nesta data voltaremos aqui para definir todos os pontos de reivindicação, em uma audiência com o secretário executivo adjunto Ariosto Culau. Se não atenderem nossas demandas, aí teremos uma audiência com o ministro”, disse Santos.
Sobre a escolha do local da manifestação, o frade explicou que várias audiências foram realizadas no Ministério da Educação, que sempre alega o corte de verbas para não atender as reivindicações.
“Queremos a garantia de que todo aluno cotista negro, cuja renda seja inferior a 1,5 salário mínimo, tenha bolsa moradia, alimentação e transporte”, afirmou. “Colocamos aqui como é incoerente falar em pátria educadora e cortar 30% da verba para educação. Queremos saber quanto mais vai para educação, em uma pátria educadora”, disse.
A portaria principal do Ministério da Fazenda foi bloqueada por volta das 12h, num descuido da segurança. Lá dentro, alguns se acorrentaram às catracas de acesso ao ministério, impedindo a entrada de servidores. Eles também tocaram berimbau, timbau e jogaram capoeira, além de cantar músicas pedindo ao ministro Levy mais dinheiro para educação.

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